quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O rapaz do pijama às riscas (finalmente a verdadeira e trágica exploração)
O sonho das Artes
Não muita gente sabe mas Hitler em criança tinha um grande sonho: queria ser um artista. Seu pai era contra esta vontade de Adolf por isso este não pode seguir de imediato o seu sonho. Depois da morte de seu pai, em 1905 Hitler inscreve-se na Academia de Belas artes de Viena porém a sua pressa não parecia muita, passando dois anos sem fazer nada prático limitando-se à música, ao desenho, ao teatro e sobretudo à obra de Richard Wagner.
Em 1907 decide realizar verdadeiramente o exame para a Academia, deixando a sua mãe doente rumou a caminho de Viena com todas as expectativas no exame. Porém foi reprovado e revoltou-se, apesar de não ter pedido nunca a revisão da prova, a reprovação não fazia parte dos seus planos. Decide então voltar a casa e dedicar-se a cuidar de sua mãe.
Segundo Ian Kershaw “tanto sua irmã Paula como o doutor Block testemunharam posteriormente sua entrega devota e infatigável ao cuidado de sua mãe agonizante”. Klara Hitler morreu no fim desse mesmo ano. Doutor Block afirma “nunca ter visto ninguém tão prostrado pela dor como Adolf Hitler”. A morte de sua mãe foi um dos acontecimentos que mais marcaram a vida de Hitler, havia morrido a única pessoa que ele alguma vez foi capaz de amar, sendo estes dois (a reprovação no exame de Belas Artes e a morte de sua mãe) alguns dos principais responsáveis pelo seu psicológico desequilibrado que o levaram a atitudes de teimosia, obsessão, prepotência, orgulho, isolamento e idealismo que o caracterizaram para o resto da sua vida.
“Eu havia honrado meu pai, mas amado minha mãe.”Adolf Hitler, Mein Kampf
"A estratégia de Hitler" - Pablo Jiménez Cores
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Guarda Nazi enfrenta Tribunal
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Imersão de pessoas em água gelada
As experiências de congelamento foram divididas em duas partes. Na primeira parte estabelecia-se o tempo que demorava a temperatura do corpo a baixar até o indivíduo morrer, e em segundo lugar descobrir a melhor forma de tentar reanimar a pessoa.
Eram usados vários métodos para “congelar” a vítima. Sendo os dois principais colocar a pessoa num reservatório cheio de água gelada ou simplesmente deixar a vítima nua durante a noite no exterior com temperaturas abaixo de zero.
Eram coisas horrendas, o que faziam aos seres humanos, simples seres que eram usados para as experiências mais macabras que se pode imaginar.
Ficou comprovado que o método mais eficaz foi o primeiro. As vítimas, como se era de esperar, eram geralmente jovens judeus, saudáveis e do sexo masculino. Judeus, a raça mais odiada por Hitler. As vítimas eram despidas, e era usada uma sonda para medir a descida da temperatura do corpo que era inserida no ânus do indivíduo. A sonda era firmemente mantida no lugar através de um aro metálico que expandia uma vez dentro do recto.
Chegaram à conclusão que a maioria das vítimas perdia a consciência e morria uma vez que a temperatura do corpo atingisse os 25ºC.
Mas havia um segundo método, método este que consistia em congelar a vítima e amarrá-la a uma maca, e colocá-la nua no exterior. Os invernos rigorosos de Auschwitz eram o local ideal para esta experiência. As vítimas gritavam de dor enquanto o seu corpo começava a congelar.
As experiências de ressuscitação ou aquecimento eram tão cruéis e dolorosas quanto as de congelamento:
A primeira consistia em colocar as vítimas debaixo de lâmpadas de aquecimento tão quentes que queimavam a pele. Uma jovem vítima foi repetidamente “arrefecida” em água gelada até ficar inconsciente, e em seguida colocada debaixo da lâmpada o tempo suficiente para ficar banhada em suor. Morreu numa noite após várias sessões destas experiências.
A segunda forma de aquecimento era a chamada irrigação interna, esta consistia em injectar a vítima congelada com água a ferver em certos órgãos como o estômago, a bexiga e até nos intestinos. Todas as vítimas sujeitas a esta “reanimação” acabaram por morrer.
Um banho quente provou ser o método mais eficaz, a pessoa era colocada numa banheira com água quente sendo esta a seguir aquecida ainda mais. Várias vítimas morreram devido ao choque, uma vez que a água era aquecida depressa demais.
Heinrich Himmler sugeriu uma forma de “aquecimento” que consistia no calor corporal. Ele sugeriu que a vítima e uma mulher tivessem relações sexuais. Esta experiência perversa foi testada com algum sucesso, mas não tanto como o banho quente.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A noite de cristal
Os ataques começaram na noite de 9 de Novembro de 1938 e prolongaram-se até à tarde seguinte. Com os acontecimentos destas horas - que ficarão conhecidos por Noite de Cristal (Kristallnacht) - abria-se um capítulo trágico e tenebroso na história alemã, que culminaria na estratégia de extermínio do Holocausto.
As casas das famílias judaicas foram invadidas, as lojas e empresas assaltadas, as sinagogas incendiadas. A destruição espalhou-se da Alemanha à Áustria e aos territórios checos - o III Reich hostilizava a sua própria população, segundo o modelo de acção de todo o regime totalitário.
Os testemunhos confirmam que o nível de violência iria legitimar a desumanização a que seriam submetidos os judeus com a barbárie do Holocausto. "Acordei ao som de vidros a partirem-se", recordava ontem Margot Schwarz, então com 17 anos, lembrando que, após o ataque à casa, voltaram "de madrugada para levarem o meu o pai". Não seria o único. Outros tantos milhares foram presos nessa noite e na manhã de dia 10, arrancados de suas casas ou interpelados nas ruas - "não se gerou pânico entre os judeus, apenas uma ideia fixa. Ia ser o salve-se quem puder", comentava Betty Alsberg, hoje com 88 anos. Na época a residir em Breslau (actual Vratislávia), Betty reviveu ontem em palavras o momento de 1938 em que se aproximava da sinagoga local, onde funcionava uma escola rabínica, a arder no centro da cidade. "Os professores diziam-nos 'saiam daqui, saiam da cidade', sabíamos que tudo estava a mudar".
Outros testemunhos relembraram a passividade dos bombeiros, obrigados a actuarem apenas quando os incêndios, que grassavam nas sinagogas e casas de judeus, ameaçassem outras habitações. A sinagoga de Rykestrasse, em Berlim, não foi atacada por estar perto de residências alemãs. Mas nem todos subscreveram a hostilização aos judeus. "Muitos correram riscos nesses dias, por vezes só por nos trazerem comida", assinalava um sobrevivente.
Para o regime, a Noite de Cristal era a resposta à agressão de Ernst von Rath, um diplomata alemão em Paris, por Herschel Grynszpan, um judeu polaco. De facto, abriu o capítulo mais negro na história da Alemanha: o genocídio dos judeus (…)."
Resultados da primeira sondagem
As opções a seleccionaram nesta sondagem eram, “muito má”, “má”, “razoável”, “boa”, “muito boa”.
“Muito má”, foi a escolha que reuniu uma maior percentagem de votos, 56%, correspondendo isto a um total de vinte e nove votos. Seguindo-se “muito boa”, com doze votos conseguidos.
“Razoável” não alcançou mais que quatros votos, e por fim “má” e “boa” com três votos.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O Misticismo nazi
Hitler era visto como um Deus pelo povo alemão. A este fenómeno dá-se o nome de Misticismo nazi, que mostra o Nazismo como uma espécie de religião.
Esta “religião” tem origem com Arthur de Gobineau o qual defendia ideais extremamente racistas. Este misticismo guiava-se maioritariamente por ideias pagãs, hindu e samurai.
Os povos Germânicos são a base da crença da Raça ariana defendida por Hitler durante o seu comando de terror. Entre os vários mitos distingue-se o que defende que Hitler escapou para Antárctida onde criou a raça que domina o centro oco da Terra, a raça draconiana.
A cruz suástica era outra manifestação mística do nazismo. Suástica vem da língua sânscrita, de su = "bem" e ast = "ser", e a palavra indica o bem, o sucesso, a vitória. Era visto como um símbolo mágico.
O rapaz do pijama às riscas (A descoberta)
As suas respostas a tal pergunta foram várias:
- "Houve um dia em que os soldados chegaram com camiões enormes e disseram a toda a gente que saíssem das casas."
- "Deste lado há centenas de rapazes e a mamã foi separada de nós".
- "Eu sou um judeu."
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Partido Nazi - Conclusão dos resultados do número de deputados
Assim os Nazis centraram então a sua campanha nas zonas rurais e pequenas cidades, onde predominava o anti-semitismo com apelos a expropriação das propriedades dos judeus. A propaganda provou resultar, ganhando o apoio de universitarios, veteranos, grupos profissionais, juventude e Classe Média.
Com a crise economica de 1929, a democracia de Weimar mostrou não estar a altura para responder às dificuldades dos desemprego que disparou exponencialmente ate 1932.
Os conselheiros do Presidente do Reich Paul von Hindeburg presuadiram o mesmo a invocar os poderes de emergência conferidos ao presidente. Esses poderes autorizavam o presidente a restaurar a lei e a ordem numa crise. Hidenburg criou um novo governo, designou um chanceler e um gabinete de ministros, para governar num estado de emergência os decretos passados pelo Reichstag. Começou a queda da democracia Weimar.
Heinrich Bruning foi o primeiro chanceler sob o novo sistema presidencial. Ele tinha como missão unificar o governo, e em Setembro de 1930, haviam novas eleições. O Partido Nazi teve uma importante vitória, capturando 18,3% dos votos o que o tornava o segundo maior partido no Reichstag.
Hindenburg acabou o seu cargo de presidente na Primavera de 1932. Com 84 anos de idade, estava relutante em concorer novamente, mas sabia se não o fizesse que Hitler ganharia. Hidenburg ganhou as eleições, mas Hitler recebeu 37% dos votos.
O governo alemão estava á beira do colapso. Os Camisas Castanhas das SA, com uma força que rondava os 400,000, dedicavam-se á violência diária nas ruas. A economia continuava em crise. Em Julho de 1932, o Partido Nazi ganhou com 37% dos lugares do Reichstag, graças a uma massiva campanha de propaganda.
Os Nazis Chegaram, então, ao poder por uma via legítima.
