Para além de partes do filme anteriormente apresentado, eis algumas passagens do livro:
"Bruno aproximpou-se da janela e ficou espantado com o que se passava a poucos metros de distância da sua nova casa."
História Século XX
A Suástica ou Cruz Gamada, como também é conhecida, é usada há milénios por diferentes povos. Faz parte da cultura dos Budistas, dos Hindus, dos Aztecas, dos Celtas, dos Japoneses, dos Chineses, dos Gregos, dos Dinamarqueses, dos Escandinavos, dos Saxónicos, dos Nativo-Americanos e até mesmo, dos Judeus.A palavra “suástica” vem do sânscrito e significa “aquilo que traz boa sorte”.A sua raiz, “Svas”, quer dizer bondade. Sobre a origem da suástica como símbolo distintivo do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores especula-se muito. Contudo, é o próprio livro de Hitler, Meín Kampf, que explica a escolha da Cruz Gamada.
De acordo com o líder Nazi, a Suástica teria a capacidade de representar a luta em prol do triunfo do Homem Ariano e o desenvolvimento da nação alemã por meio da campanha anti-semita. Com isso, a Suástica viria a ganhar a sua mais reconhecida interpretação.
Por volta de 1920 que o então pequeno Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães viu crescer as fileiras de adeptos e precisava, portanto, de ter uma bandeira ou um símbolo para os seus partidários.
Sobre um fundo vermelho, um disco branco e no centro, a cruz gamada em negro. Quanto ao seu significado, Hitler escreve: "Como Nacional-Socialistas vemos na nossa bandeira o nosso programa. No Vermelho, a ideia social do movimento; no Branco, a ideia nacionalista e na Suástica, a missão de lutar pela vitória do homem ariano, e ao mesmo tempo pelo triunfo da ideia do trabalho produtivo, ideia que é e será sempre anti-semita."
Assim, na localidade de Tegernsee, no verão de 1920, hasteou-se pela primeira vez, a bandeira do movimento que iria mudar a História da humanidade. Tal símbolo em sentido horário, usado como emblema do partido nazista e do estado alemão sob o III Reich, fora adoptado oficialmente em 1935.
O meu nome é Hans nasci numa Alemanha democrática e fui judeu toda a minha vida.
Agora sou apenas mais um dos inocentes presos no campo de Auschwitz.
Hoje quis morrer!
Os médicos voltaram a fazer as suas experiências desumanas de técnicas de descongelamento. Para isso, usam-nos para nos congelar. Querem saber o tempo que uma pessoa demora a morrer após o corpo ser exposto a baixas temperaturas.
Só hoje aplicaram-me as duas técnicas principais, primeiro mergulharam-me em água extremamente gelada de manhã. Pelo que escutei o meu corpo “morreu” aos 25ºC. Soube que me reanimaram com uma das quatro técnicas experimentais: expuseram o meu corpo gelado ao calor insuportável de lâmpadas de aquecimento, reagi, acordei…
Eles voltaram eram cerca das dez horas da noite, quando pensei que já tinha superado o horror de mais um dia, mas desta vez foi ainda mais doloroso. Iam congelar-me ao relento. Vi-me então amarrado a uma maca e exposto, despido, na noite fria dos Invernos rigorosos de Aushwitz. Voltei a congelar.
Desta vez a técnica para me reanimar foi mais rápida e menos dolorosa, simplesmente emergiram-me em água a ferver…Voltei a acordar, cansado, mas vivo.
Já vi muitos de nós morrer depois destas experiências, pessoas que não têm a mesma sorte que eu e são reanimados com as duas técnicas que já mostraram não funcionar. Estas consistem em encher órgão vitais como o estômago e os intestinos com água a ferver ou então são chamadas mulheres que são obrigadas a ter relações sexuais com os “mortos”, a maioria destas técnicas não surtem efeito e os congelados morrem.
Hoje, como muitos outros dias aqui passados, quis morrer!
(este texto não é exerto, é uma obra fictícia dos elementos do grupo, com base em acontecimentos reais nos campos de concentração)
Adolf Hitler, preso no ano de 1924 em Landsberg após uma tentativa de golpe de Estado, escreve o livro “Mein Kampf”, em português “minha luta”, onde expõe a ideologia nazi e tudo o que o Nazismo viria a realizar quando tomasse o poder.
Alguns dos princípios presentes neste livro são: Culto do Chefe (da personalidade), Totalitarismo/Autoritarismo, Nacionalismo, Racismo e anti-semitismo, Imperialismo (“Espaço Vital”), Militarismo, Corporativismo, Partido Único.